quinta-feira, 30 de abril de 2009



Me encontro nessas águas agitadas... procuro a superfície.

Foto: Praia da Tartaruga - Rio das Ostras RJ

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Para você não entender...


Hoje ricos detalhes estão em alta nos meus pensamentos... Vestígio de música sem som, fragância sem cheiro...
Incrível como o Universo nos prepara para as perdas. O antes amado e sofrido, agora dorme e sonha numa incerteza de sentimento... morre suavemente sem dor.
Flashs de sorrisos as vezes brilham na porta do banheiro e na parede da cozinha. O quarto surdo, calado, finge que ali nenhuma dança foi apresentada. Os travesseios continuam aconchegantes, aguardando os novos acordes, novos amantes.
Durante a noite a barraca ficou vazia... ouvindo atentamente as bocas bebendo-se... soltando segredos e escondendo desejos... A fogueira ou lampeão já nem sabem se existiram. Porém, a grama e as estrelas permaneceram fiés. Cumplices de ritmos e poesia, de fogo, medo e indecisão.
No chove e não molha do soneto da chuva, nos perguntamos o que sentir... e até se cabe ao mestre, existir.

sábado, 25 de abril de 2009

Ai, que absurdo!



O "Ai, que absurdo!" acontecerá hoje às 17h na Concha (Centro de Rio das Ostras - RJ). Será uma movimentação artística aberta aos nossos queridos pintores, cantores, violinistas, dançarinos, malucos-beleza, e todos que se envolvem com a Arte de corpo ou alma.
Levem seus desenhos, músicas, poemas, textos, cheiro e cor. Iremos nos unir para representar o Bela da vida: a Arte, a igualdade, o pensamento. Sem dúvida será fantástico e sairemos de lá com mais cores em nossa aura, com um sorriso doce e os rostos cheios de tinta.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Luh in Wonderland


Sabe aquela terra maravilhosa com cogumelos que te fazem crescer e diminuir de tamanho, gato com sorriso de lua minguante, coelho que vive atrasado, rainha de copas e desaniversário? ...
Tenho me sentido num lugar de colinas e trevas, flores e lagartos, sorrisos e cigarros. Não sei se isso me agrada ou não, me encanta ou me entristece. Apenas sei que é melhor que antes, pior que depois. "Me empresta um isqueiro e senta aqui? Converse, disfarce, sorria e me desagrade". Tudo é tão simples quado se fecha os olhos... tudo se complica quando se acorda.
Alice nadou em suas lágrimas e conseguiu entrar pela fechadura. Poderia eu me afogar no vinho e acar um potinho de ouro?
É no mínimo estranho tentar explicar o sentido de tudo isso, já que nem eu mesma sei. Portanto, é mais simples viajar no psicodélico mundo de Alice... criar, viver e reinventar flores aladas.